3 dicas para não cair no erro do simulador do INSS

O INSS vem “modernizando” os seus sistemas e tentando evitar a ida de seus segurados às agências em busca de informações. É uma iniciativa louvável, mas será que o SIMULADOR DO INSS preparado para te entregar o seu real direito sobre o benefício? E mais, será que na hora de conceder o benefício o INSS vai utilizar os dados da mesma forma que estão no simulador ?

A resposta é “NÃO!’’. O simulador do INSS não está preparado para “entregar” decisões individualizadas e muito menos APONTAR AS PENDÊNCIAS que podem impedir a sua aposentadoria. Pensando nisso, abaixo colocamos 3 dicas úteis que vão te ajudar a não cair no erro do simulador do INSS!

3 dicas para não cair no erro do simulador do INSS

O INSS vem “modernizando” os seus sistemas e tentando evitar a ida de seus segurados às agências em busca de informações. É uma iniciativa louvável, mas será que o SIMULADOR DO INSS preparado para te entregar o seu real direito sobre o benefício? E mais, será que na hora de conceder o benefício o INSS vai utilizar os dados da mesma forma que estão no simulador ?

A resposta é “NÃO!’’. O simulador do INSS não está preparado para “entregar” decisões individualizadas e muito menos APONTAR AS PENDÊNCIAS que podem impedir a sua aposentadoria. Pensando nisso, abaixo colocamos 3 dicas úteis que vão te ajudar a não cair no erro do simulador do INSS!

DICA 1 – NÃO CONFIE 100% NAS DATAS APONTADAS PELO INSS!

O INSS faz a simulação com base nas datas presentes no extrato do CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais), no entanto o CNIS nem sempre vai apontar a reais datas de entrada e saída dos vínculos empregatícios ou ainda pode simplesmente não contabilizar alguma contribuição ou vínculo.

A dica é: sempre verificar nas suas carteiras de trabalho e carnês se os períodos apontados no CNIS e presentes nesses documentos são equivalentes, não fazer isso pode te custar meses ou até anos que serão fundamentais para sua aposentadoria.

DICA 2 – VERIFIQUE AS PENDÊNCIAS NO CNIS

sse sem dúvida é o maior erro entre o sistema de simulação e o sistema de concessão de benefícios do INSS! Explico melhor: Quando você simula tempo no “MEU INSS” o sistema não aponta falhas, tais como: períodos informados de forma extemporânea, remunerações abaixo do mínimo, pendência na remuneração para prestadores de serviço, etc.  Desse modo, todos os períodos são computados INTEGRALMENTE, causando a maior frustração para o segurado, pois o sistema de concessão vai descartar TODOS esses períodos na hora de promover a habilitação do benefício.

Para evitar esse enorme problema, o segurado sempre deve instruir muito bem o pedido de aposentadoria com documentos que comprovem a contemporaneidade e validade dos vínculos ou contribuições!

Dúvidas sobre o extrato do CNIS?

DICA 3 – SEMPRE VERIFIQUE SE VOCÊ NÃO POSSUI UM SEGUNDO NIT QUE NÃO ESTÁ VINCULADO AO SIMULADOR.

O NIT (número de identificação do trabalhador) é o número que vincula do trabalhador às suas contribuições, diferente do CPF (cadastro de pessoa física) da Receita Federal que é único, o trabalhador pode ter mais de um NIT! E qual a implicação disso? Ao ter mais de um número de identificação do trabalhador, o segurado pode ter os seus vínculos divididos entre esses dois números e logicamente não contabilizados na sua aposentadoria!

Não é incomum que o INSS utilize no seu simulador apenas o NIT principal, deixando de contabilizar os períodos que estão em um NIT secundário (normalmente com cadastro do segurado desatualizado). Assim, se você possui um vínculo na sua carteira que não consta no extrato do CNIS, provavelmente ele deve estar em outro NIT e você precisa primeiro localizar no banco de dados do INSS, depois fazer uma atualização cadastral e por fim unificar as informações para que elas passem a integrar um NIT somente.

Dúvidas sobre atualização de NIT?

DICA BÔNUS (E MAIS IMPORTANTE!) – FAÇA SEMPRE UM PLANEJAMENTO PREVIDENCIÁRIO!

Além das dicas acima, é necessário individualizar a simulação da sua aposentadoria e analisar qual regra é mais favorável para o segurado. O simulador do INSS não faz individualizações de aposentadoria, o que ocasiona no maior problema de todos: NÃO SABER QUANTO TEMPO VOCÊ EFETIVAMENTE JÁ POSSUI E QUANDO PODE SE APOSENTAR!

O simulador do INSS não analisa se você trabalhou em condições insalubres ou atividades perigosas, não analisa se você tem deficiência, não inclui período de serviço militar, não conta diferenciado o período dos professores, nem contabiliza períodos híbridos de aposentadoria (rural e urbano), além de outros milhares de fatores que podem influenciar tanta no “quando você pode se aposentar”, quanto no com “qual valor você pode se aposentar”.

Para evitar esses problemas, você precisa contar com o apoio técnico de um PLANEJAMENTO PREVIDENCIÁRIO! Nele você vai conseguir saber dentre as mais de 10 possibilidades de aposentadoria (regra antiga e nova) qual é a que melhor atende os seus interesses e evitar amargar uma escolha ruim com consequência para o resto da vida!

Abaixo, demonstramos o caso de uma professora que ao confiar no SIMULADOR DO INSS, pensava ter direito a aposentar apenas em 2027, quando, na verdade, já poderia estar aposentada desde novembro de 2019, com o valor máximo de sua aposentadoria!

VEJA O QUE ACONTECERIA SE MARIA SOLICITASSE SOZINHA A APOSENTADORIA DIRETAMENTE NO INSS:

Aposentadoria do professor antes da reforma (requerido em 12/11/2019) Regra regular de aposentadoria do professor
Valor do benefício sem planejamento
R$ 2.369,73
Idade do segurado
52 anos e 7 meses e 18 dias

COM O PLANEJAMENTO PREVIDENCIÁRIO:

Aposentadoria do professor após a reforma (requerido em 13/11/2019) Regrapedágio 100% professor

Valor do benefício com planejamento

R$ 3.308,13
Idade do segurado
52 anos e 7 meses e 19 dias

Quer saber mais como o planejamento previdenciário pode te ajudar?

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